domingo, 5 de abril de 2020

Reflexões sobre a Meditação da Linha do Tempo da Ascensão



         


         Toda grande crise traz consigo uma força capaz de operar grandes mudanças. A pandemia de 2020 para o mundo, faz com que a humanidade mude hábitos e repense sua forma de vida. É notável que a vida normal sobre a terra já há tempos tornou-se irrefletida, autômata e subutilizada. Como nada acontece por acaso, ou, como com tudo é capaz de se aprender alguma coisa, estamos nesse exato momento de quarentena experimentando outra forma de vida num outro tempo.

No dia 4 de abril de 2020 ocorreu o evento da conjunção de Júpiter com Plutão no signo de Capricórnio. Nesse momento auspicioso, considerado um céu astrológico de grande efeito, foi organizada na superfície da Terra uma meditação coletiva para a erradicação da pandemia. Formou-se então uma enorme egrégora de meditadores por todo o globo, na intenção de frear e pôr fim a este mal que assola a humanidade. De repente, estava unida a pessoas as quais eu jamais imaginei estar assim, na mesma intenção.

O que se viu foi uma grande parcela da humanidade em comunhão, conectada à Noosfera, acolhendo recém-chegados impulsos à evolução, na intenção de adentrar um novo patamar dimensional. A linha do tempo da ascensão marca uma mudança para uma linha de tempo paralela à linha da terceira dimensão, em que transcorreram dominantemente os eventos planetários até então. Esse novo tempo vem com o reconhecimento imperioso da emergência do ciclo evolutivo que se inaugura. A atualizada frequência emerge das condições contemporâneas que levam a novos modos de vida e relacionamentos.

Todo esse cenário me faz reviver uma antiga lembrança poética: O tempo das coisas. Tempos de eternidade, que se conhecem na simultaneidade e na consonância da existência. Semelhante à arte do “Wu wei”, que é a arte de captar a dança das coisas e, com elas, pôr-se a dançar. Antigo paraíso perdido. Atual ideal de vida possível numa outra frequência; nova linha do tempo. Humanidade ascensionada: aquilo que tem o condão de tecer com a própria sinergia da vida.

Mariana Montenegro

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