Todo dia procuro meu coração e um novo ponto de equilíbrio.
Vivo sem pautas, atenta aos sinais.
Bem viva morro em cada ação.
Base na presença, não na identidade.
Quem não é também o outro é menos do que poderia ser.
Todo o inconsciente que eu puder abarcar na direção da minha constelação.
As pessoas ruminam o que deveria ser abstraído e abstraem o que deveria ser valorizado.
Na revelação a reminiscência se atualiza.
Melhor se lê verticalmente.
Depois de coincidirem os opostos se transcendem.
Não existe um estado permanente, mas um estado fluente.
O futuro vem antes, o passado é a substância do tempo, o presente a vida eterna.
A taça só derrama o conteúdo que contém.
Só o mundo transfigurado é possível.
O pensamento e a emoção têm prazo de validade, não devem se instalar, mas passar mantendo a circulação, a fluidez das ondas de vida.
Unida ao que acontece agora, e às pessoas como são agora, não há medo.
Se a pessoa não aprendeu a ser feliz no processo não será no resultado.
O senso comum ensina a olhar o mundo em termos de bem ou mal. O senso outro é olhar se ‘estou integrando’ ou se “estou dividindo/excluindo”.
A imagem translúcida da alma é de uma centelha sempre nascente e ardente.
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