Graças à uma pandemia, a um vírus, o mundo para.
A poluição se reduz, Gaia respira aliviada; está se curando de nós.
A humanidade considera a possibilidade do próprio aniquilamento.
Vê-se tendo que atentar ao seu comportamento,
à própria consciência para sobreviver.
A vida, de repente, é mais agora do que nunca.
A vida, de repente, é mais agora do que nunca.
O egoísmo dá lugar ao cooperativismo.
O individual ao coletivo.
Ação, coração e consciência se unem.
A humanidade, pela dor, experiencia ser uma só.
Nesse cenário apocalíptico, todos são colocados à prova.
Nada será como antes, nem a humanidade, nem a sociedade, nem seus paradigmas.
É finalmente a crise da crisálida: ou nos transformamos ou sucumbimos.

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